segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Um pouco do passado (não tão distante)

Estava cá com minhas alegres lembranças e resolvi postar um dos episódios que tornou-se memorável.
Um belo e ensolarado dia, desses que seria um grande pecado não desfrutá-lo sob o céu, três membros da trupe resolveu dar um passeio caminhando até à Liberdade. Mas fatos sinistros acontecem, e neste dia não foi diferente...
Primeiro o encontro com uma trava mendiga. Esta observou dois lindos meninos do trio passando e esboçou felicidade e simpatia, mas ao deparar-se em seguida com a menina, fez menção em atacá-la, já que portava um pedaço de pau! Graças a Jeová, o que aconteceu foi um leve toque, quem sabe no sentido de "fique esperta", na perna da garota - do restante ficou esbravejando algumas besteiras que não cabe aqui replicar.
Alguns passos adiante, a mesma garota do episódio da trava louca, se viu frente a uma pomba horrível e gorda, e em estado de pânico "lutou capoeira" com o bicho! E os meninos riram mais uma vez de sua nova desgraça...
O passeio continuou e entre "quase mortos" e "quase feridos", chegaram sãos, salvos e livres à Liberdade (perdoem-me o trocadilho, mas não me contive). O dia foi alegre, várias lojas, compras e por fim um delicioso almoço japônes. Detalhe o restaurante, que apesar de delicioso, apresentava uma decoração horrenda e de extremo mau gosto, com bichos de plásticos espalhados, quadros cafonas e mais algumas alegorias de gosto duvidoso...
Mas tudo válido, e muito! Tanto que mereceu um post no blog dos amigos.
E o dia continuou com demais histórias, pois foi somente uma parte deste...

2 comentários:

  1. Hahahahahahahaha
    Sempre que vejo uma pomba na rua lembro logo de você lutando capoeira com a bichinha! Hahahahahahahahaha Cômico!
    Ahhhh e se lembra que ficamos experimentando aqueles chapéus horrososos de bichos e a coreana dona da lojinha não queria deixar a gente tirar foto, pra NÃO COPIAR A IDEIA?
    Meu Deus, e copiar aquilo pra quê? Não servia pra Carnaval, pra Freak Show, pra Parada Gay, pra nada!

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  2. Todas as vezes, que passo por aqui para matar a saudade de vocês, sempre choro de dar risada dessa história, fico imaginando a cena e passa um pequeno filme em minha cabeça.

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